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DeMarcus Cousins está disponível, mas e mercado?

Nos tempos que correm, a posição centro é onde as equipas da NBA têm gasto cada vez menos dinheiro – falando no geral. 

DeMarcus Cousins foi em tempos um jogador de elite, mas após a sua lesão no tendão de Aquiles, ele pareceu mais lento quando regressou à competição na temporada passada. Nos Playoffs, tornou a lesionar-se mas desta vez nos quadríceps, para não mencionar a sua reputação no balneário que, segundo relatos, certas equipas teriam ficado espantadas.

O que é certo é que os Warriors fizeram regressar Kevon Looney por $5 milhões e jogadores como Dewayne Dedmon (dois anos, $25 milhões) e Robin Lopez ($4.8 milhões) fecharam acordos, e Cousins ainda continua à espera.

Adrian Wojnarowski, da ESPN, colocou o ponto de situação de Cousins na internet, na passada terça-feira:

“Não há mercado para Cousins. Acho que ele achava que as grandes equipas iriam ficar com cap-salarial suficiente para o contratar por uma temporada a troco de $12, $15, $18, $20 milhões… Não está a acontecer. Com o nível médio que apresentou na temporada passada em Golden State? Não me parece…”

Uma vez que a decisão de Kawhi esteja oficializada, haverão equipas ainda com algum espaço na sua folha salarial, no entanto, isso pode não ajudar muito a posição de Cousins no mercado.

Os Warriors fizeram regressar Looney e assinaram com Willie Cauley-Stein durante o dia de ontem, encerrando assim a ideia de Cousins regressar à Bay Area. Houve rumores de que os Boston Celtics e os New York Knicks estavam interessados, no entanto, desapareceu com o passar do tempo.

Cousins registou média de 16.3 pontos e 8.4 ressaltos em 30 jogos feitos pelos Warriors na temporada passada, após regressar de uma grave lesão no tendão de Aquiles. Ele fez isso apresentando uma boa eficiência ofensiva, no entanto, não se mexeu muito bem (como esperado, considerando a gravidade da lesão) e teve grandes dificuldades quando os adversários o obrigavam a defender no espaço.

O mais provável é ele assinar um contrato de um ano pelo mínimo de veterano, ou talvez um pouco mais, na melhor das hipóteses – e acontecendo isso, é na esperança de melhorar o seu desempenho dentro de campo e cativar pretendentes na próxima agência livre.

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